Na mitologia nórdica, as valquírias eram deidades menores, servas de Odin. O termo deriva do nórdico antigo valkyrja (algo como "as que selecionam os mortos em batalha"). Nos séculos VIII e IX o termo usado era wælcyrge.
As valquírias eram belas jovens mulheres louras de olhos azuis, que montadas em cavalos alados e armadas com elmos e lanças, sobrevoavam os campos de batalha escolhendo quais guerreiros, os mais bravos, recém-abatidos entrariam no Valhala. Elas o faziam por ordem e benefício de Odin, que precisava de muitos guerreiros corajosos para a batalha vindoura do Ragnarok.
As valquírias escoltavam esses heróis, que eram conhecidos como Einherjar, para Valhala, o salão de Odin. Lá, os escolhidos lutariam todos os dias e festejariam todas as noites em preparação ao Ragnarok, quando ajudariam a defender Asgard na batalha final, em que os deuses morreriam. Devido a um acordo de Odin com a deusa Freya, que chefiava as valquírias, metade desses guerreiros e todas as mulheres mortas em batalha eram levadas para o palácio da deusa.
As valquírias cavalgavam nos céus com armaduras brilhantes e ajudavam a determinar o vitorioso das batalhas e o curso das guerras. Elas também serviam a Odin como mensageiras e quando cavalgavam como tais, suas armaduras faiscavam causando o estranho fenômeno atmosférico chamado de Aurora Boreal.
As valquírias originais eram Brynhild ou Brynhildr("correspondente de batalha", muitas vezes confundida Brunhilde, da Saga dos Nibelungos), Sigrun ("runa da vitória"), Kara, Mist, Skogul ("batalha"), Prour ("força"), Herfjotur ("grilhão de guerra"), Raogrior ("paz do deus"), Gunnr ("lança da batalha"), Skuld ("aquela que se torna"), Sigrdrifa ("nevasca da vitória"), Svava, Hrist ("a agitadora"), Skeggjold ("usando um machado de guerra"), Hildr ("batalha"), Hlokk ("estrondo de guerra"), Goll ou Göll ("choro da batalha"), Randgrior ("escudo de paz"), Reginleif ("herança dos deuses"), Rota ("aquela que causa tumulto") e Gondul ou Göndul ("varinha encantada" ou "lobisomem").
sábado, 19 de julho de 2008
Valhalla
O que é Valhalla? Muita gente vê esse nome em jogos e em músicas e não sabem o que significa, então vai rapidamente no dicionário procurar, mas não está lá.
Aí está a definição correta de Valhalla:
Valhalla, Valhalla ou Walhala (há, ainda, quem use a forma original, Valhol) na Mitología Nórdica ou Escandinava é o local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.
Odin teria ouvido que iriam matar todos os seus filhos e demais guerreiros. Curioso e precavido, achegou-se a Deusa da Sabedoria, um oráculo, que não quis lhe revelar a veracidade do boato. Insistente, Odin teria a seduzido resultado em nove filhas conhecidas como Walkirias, Walkyrjor ou Walkirias.
Odin, então, ordenara a uma delas, que foi incumbida de contruir e organizar um castelo mágico, Castelo de Valhala, em Asgard (A terra dos deuses nórdicos), para onde seriam enviados todos os guerreiros Aesir mortos em batalha, os Einherjar.
Nele os guerreiros mortos em batalha, seriam imortais e recompensados diariamente com "justas" (lutas entre sí) de dia, e, grandes banquetes e orgias a noite. Para que pudessem usufruir de tudo isso, a condição imposta seria a de proteger o Castelo Valhala.
Era o palácio preferido pelo deus Odin, onde as almas dos guerreiros sacrificados e mortos em combate serviriam a ele. Lá, eles nunca morreriam e passariam a eternidade treinando, esperando apenas pelo Ragnarök. O castelo de Valhala era protegido por Walkirias (mulheres guerreiras que podem ser comparadas às Amazonas).
Metade das almas dos guerreiros passariam, então, os seus dias a treinarem-se em combates. Elas formariam um exército ("Exército das Almas Vivas"), invencível até ao advento do Ragnarok, quando combateriam ao lado de Odin. Com a chegada da noite, as almas seriam reconfortadas com as mesmas refeições dos deuses. A outra metade seguia para Folkvang, o palácio de Freyja.
Aí está a definição correta de Valhalla:
Valhalla, Valhalla ou Walhala (há, ainda, quem use a forma original, Valhol) na Mitología Nórdica ou Escandinava é o local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.
Odin teria ouvido que iriam matar todos os seus filhos e demais guerreiros. Curioso e precavido, achegou-se a Deusa da Sabedoria, um oráculo, que não quis lhe revelar a veracidade do boato. Insistente, Odin teria a seduzido resultado em nove filhas conhecidas como Walkirias, Walkyrjor ou Walkirias.
Odin, então, ordenara a uma delas, que foi incumbida de contruir e organizar um castelo mágico, Castelo de Valhala, em Asgard (A terra dos deuses nórdicos), para onde seriam enviados todos os guerreiros Aesir mortos em batalha, os Einherjar.
Nele os guerreiros mortos em batalha, seriam imortais e recompensados diariamente com "justas" (lutas entre sí) de dia, e, grandes banquetes e orgias a noite. Para que pudessem usufruir de tudo isso, a condição imposta seria a de proteger o Castelo Valhala.
Era o palácio preferido pelo deus Odin, onde as almas dos guerreiros sacrificados e mortos em combate serviriam a ele. Lá, eles nunca morreriam e passariam a eternidade treinando, esperando apenas pelo Ragnarök. O castelo de Valhala era protegido por Walkirias (mulheres guerreiras que podem ser comparadas às Amazonas).
Metade das almas dos guerreiros passariam, então, os seus dias a treinarem-se em combates. Elas formariam um exército ("Exército das Almas Vivas"), invencível até ao advento do Ragnarok, quando combateriam ao lado de Odin. Com a chegada da noite, as almas seriam reconfortadas com as mesmas refeições dos deuses. A outra metade seguia para Folkvang, o palácio de Freyja.
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